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Quinta-feira, 22 de Outubro de 2026

Saúde

SARAMPO: NENHUM ESTADO BRASILEIRO ATINGE META DE VACINAÇÃO E SURTOS EM PAÍSES VIZINHOS PREOCUPAM

Baixa cobertura vacinal aumenta o risco de reintrodução da doença no Brasil; autoridades reforçam a importância de manter a vacinação em dia.

Donizeti
Por Donizeti
SARAMPO: NENHUM ESTADO BRASILEIRO ATINGE META DE VACINAÇÃO E SURTOS EM PAÍSES VIZINHOS PREOCUPAM
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Baixa cobertura vacinal aumenta o risco de reintrodução da doença no Brasil; autoridades reforçam a importância de manter a vacinação em dia.

A cobertura vacinal contra o sarampo no Brasil acende um alerta para as autoridades de saúde. Nenhum estado brasileiro atingiu a meta de vacinação, enquanto o registro de surtos da doença em países vizinhos aumenta a preocupação com a possibilidade de novos casos no território nacional.

O sarampo é uma doença infecciosa altamente contagiosa, transmitida pelo ar, por meio de partículas liberadas quando uma pessoa infectada tosse, espirra ou fala. A infecção pode provocar febre alta, manchas vermelhas pelo corpo, tosse, coriza e conjuntivite, além de complicações graves, principalmente em crianças pequenas e pessoas com a saúde mais vulnerável.

A principal forma de prevenção é a vacinação. No Brasil, a vacina tríplice viral, que protege contra sarampo, caxumba e rubéola, faz parte do calendário de imunização do Sistema Único de Saúde (SUS) e está disponível gratuitamente nos postos de saúde.

A preocupação aumenta diante da circulação do vírus em outros países das Américas. Como há deslocamento frequente de pessoas entre as fronteiras, casos importados podem favorecer a transmissão em comunidades com baixa cobertura vacinal.

Diante desse cenário, a orientação é que a população verifique a caderneta de vacinação e procure uma unidade de saúde para conferir se as doses estão atualizadas, conforme a faixa etária e as recomendações do Ministério da Saúde.

Manter a vacinação em dia é fundamental para reduzir a circulação do vírus, proteger as pessoas mais vulneráveis e evitar a ocorrência de novos surtos no Brasil.

FONTE/CRÉDITOS: Ministério da Saúde e Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS).
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