As chamadas “canetas emagrecedoras” ganharam popularidade nos últimos anos e passaram a movimentar uma disputa bilionária entre grandes empresas farmacêuticas. Marcas como Ozempic, Wegovy e Mounjaro se tornaram conhecidas mundialmente e agora enfrentam a chegada de novas opções ao mercado.
Entre as apostas para a próxima geração desses medicamentos está a retatrutida, desenvolvida pela farmacêutica Eli Lilly. A molécula chama atenção por atuar simultaneamente em três vias hormonais, mecanismo que apresentou resultados expressivos durante os estudos clínicos.
Apesar dos resultados promissores, a retatrutida ainda está em fase experimental e não foi aprovada para uso comercial. Por isso, o medicamento não deve ser utilizado fora de pesquisas clínicas ou adquirido por meios não autorizados.
A expectativa do setor farmacêutico é que os próximos resultados dos estudos ajudem a definir o potencial da nova molécula e seu possível futuro no tratamento da obesidade e de outras condições relacionadas ao metabolismo.